Meiose
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As células
diplóides podem ainda sofrer
meiose para produzir células
haplóides - os
gâmetas ou
esporos durante o processo de
reprodução.
Neste caso, normalmente uma célula dá origem a
quatro células-filhas embora, por vezes, nem todas sejam viáveis.
O processo da meiose apresenta oito fases (em sequência):
Prófase I
Fase de grande duração, devido aos fenômenos que nela ocorrem e que não são observados na mitose. Os
cromossomos, já com as duas
cromátides individualizadas, tornam-se mais condensados. Ocorre o emparelhamento dos cromossomos homólogos (
sinapse ou complexo sinaptonémico), formando um
bivalente, díada cromossómica ou
tétrada cromatídica (4 cromatídios). Durante a sinapse, podem surgir pontos de cruzamento entre as cromátides dos cromossomos homólogos, os
quiasmas (ou
quiasmata), ao nível do qual pode ocorrer quebra das cromátides, levando a trocas de segmentos dos bivalentes, o
Crossing-over, que contribui para o aumento da variabilidade dos descendentes.
Finalmente, desaparece o
nucléolo e a
carioteca. Os
centríolos migram para os polos da célula e forma-se o
fuso acromático.
A prófase I é dividida em cinco subdivisões:
leptóteno,
zigóteno,
paquíteno,
diplóteno e
diacinese.
Metáfase I
Os bivalentes ligam-se aos microtúbulos (fibrilas cromossômicas) do fuso acromático pelo centrômero, com os quiasmas no plano equatorial e os centrômeros voltados para os pólos opostos.
Anáfase I
Na prófase I, subfase zigóteno, ocorrem os emparelhamentos dos cromossomos; na anáfase I ocorre ao contrário, os emparelhamentos são desfeitos. Ocorre disjunção dos pares homólogos duplicados. Cada cromossomo, com suas cromátides-irmãs, migra para os pólos.
Telófase I
Descondensação do
nucléolo e formação de dois núcleos com metade do número de cromossomos.
Prófase II
É mais rápida que a prófase I. Os cromossomos tornam-se mais condensados (caso tenham descondensado na telófase I), desaparece a membrana nuclear e forma-se o
fuso acromático.
Metáfase II
Os cromossomos ficam dispostos com os
centrômeros no plano "equatorial" e com as
cromátides voltadas cada uma para seu pólo, ligadas às fibrilas do fuso.
Anáfase II
Quebram-se os centrômeros, separando-se as duas cromátides, que passam a formar dois cromossomos independentes e ascendem para os pólos oposto da célula.
Telófase II
Ao atingir os pólos, os cromossomos descondensam-se e forma-se de novo um núcleo em torno de cada conjunto, formando quatro células haplóides.
Amitose
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Este processo, pouco frequente na natureza vê-se na divisão do
macronúcleo em
protozoários do tipo
paramécio. Também é chamado
cissiparidade.
http://pt.wikipedia.org/wiki/Divis%C3%A3o_celular